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comuREDE

Espaço de Empreendedorismo Social, Makerspace e futuro Fab Lab
Desenvolvimento de projetos
Sim
Problema Social que ele pretende resolver
O problema do baixo acesso a educação profissionalizante para as classes C, D e E, assim como da geração de renda e falta de estímulo ao empreendedorismo.
Como funciona o seu negócio
Buscamos mitigar o problema da falta de acesso a educação profissionalizante para populações de baixa renda, através de aulas presenciais em nosso espaço próximo as comunidades e por EaD (ensino a distância) para dispositivos móveis, sempre que possível com conteúdo audiovisual para acesso offline, por preços acessíveis, além de oficinas introdutórias gratuitas. Focamos em fomentar atividades geradoras de renda entre esses, prototipando produtos e serviços em nosso laboratório de fabricação digital, cozinhas e oficina, assim como orientar e apoiar na constituição e manutenção de MEIs (Microempreendedor Individual), que lhe garantam maior competitividade no mercado, assim como a salvaguarda de direitos trabalhistas.
Como é o modelo de sustentabilidade financeira do seu negócio?
Nossas receitas são do aluguel de máquinas e ferramentas, prestação de serviços para prototipagem, além de mensalidades acessíveis para aulas regulares. Temos também a fabricação de gêneros alimentícios nas cozinhas, em parceria com MEIs locais, que são comercializados no bairro/cidade. Futuramente, pretendemos um incremento com a produção de conteúdo audiovisual, feito por jovens da região, para prospecção de produtos e serviços de empresas e estabelecimentos comerciais locais, com a divulgação desse material em redes sociais e hotspots públicos implantados por nós no bairro, com tecnologia de hardware/software aberto e energias autônomas, conhecidos por Redes Livres. Custo mensal estimado: aluguel(R$908), luz(R$250), água(R$80), internet(R$300), plataforma de EaD(R$500), plataforma para gestão de hotspots(R$350), lanches(R$300), depreciação/aquisição de maquinário(R$1.000), propaganda(R$128), limpeza(R$440), manutenção(R$250) e pessoal(R$3.000), totalizando R$7.506,00.
Viabilidade financiera
Com o comércio local adotando a oferta de hotspots em seus estabelecimentos para clientes, visando aumento do ticket médio desses e/ou do tempo de permanência no local, haverá também uma promoção ativa de seus produtos e serviços nas redes sociais. Esse sistema gerará demanda por manutenção funcional e para atualização dos conteúdos de propaganda, onde os profissionais serão capacitados por nós e obterão renda na execução dos serviços. A infraestrutura também servirá ao interesse público, com a divulgação de ações em unidades de saúde, para educação e cultura, com a distribuição de e-books e videoaulas. Pela distribuição de conteúdos didáticos para acesso offline, produzidos em parceria com profissionais reconhecidos da região, acreditamos que atingiremos em especial jovens que dispõem de dispositivos, mas não de créditos para navegação, ficando desconectados quando longe de um WiFi conhecido. Acreditamos que assim promoveremos inclusão e melhoria na qualidade de vida desses.
Riscos
O maior risco é de não haver interesse dos comerciantes locais em estimular o consumo em seus estabelecimentos pela oferta do serviço de hotspot a seus clientes finais ou o aumento da visibilidade de seus negócios através da internet.
Equipe
Filipe Rimes – Graduando em Redes de Computadores, Microempreendedor em Tecnologia e Gestor do makerspace comuREDE
Escalada
Quando tratamos de atividades sociais na periferia, em especial no Rio de Janeiro, podemos nos deparar com o poder paralelo, áreas dominadas por milícias, narcotraficantes e afins. Logo em razão dessa realidade, optamos pela implantação do makerspace no que podemos chamar de zona neutra. Perímetros marginais as zonas de conflito, para serem acessíveis a seus moradores, onde os colaboradores vivenciam de fato o cenário com seus problemas e demandas, mas sem precisarmos sofrer as políticas determinadas por essa guerra não declarada. Como existe uma máxima da sabedoria popular que diz que “todo gueto é gueto”, enxergamos que esse deve ser um fator ponderado para replicação do projeto em outros locais semelhantes ao redor do Brasil e do mundo.
Qual seu principal objetivo ao participar do Yunus Challenge?
Nosso objetivo principal é a redução da violência, pela facilitação de futuro. Realizarmos através do uso de tecnologias abertas de hardware, software e redes resilientes, técnicas de fabricação digital e formação de uma interface entre comunidade de tecnologia e a comunidade da periferia (moradores, comerciantes e outros), a promoção do empoderamento e também da melhoria na qualidade de vida. Da comunidade pra comunidade. Como se diz: É nós por nós.
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Adoro seu projeto, Felipe. Conte comigo!
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hace 2 años
Parabéns por essa linda iniciativa Felipe! Sucesso pra vc ❤
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hace 2 años
Obrigado querida! Sucesso pra nóizzz. ;-)
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hace 2 años

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